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Rapidinhas
- A atriz Scarlett Johansson vai lançar um disco e escolheu para a estréia gravar apenas músicas do genial Tom Waits. Será que isso vai ser bom?
- Parece que o projeto israelense de música eletrônica Infected Mushroom remixou várias canções do Doors. Holly Marie mother of God, por quê? POR QUÊ?
- Estréia amanhã nos cinemas paulistas e cariocas (em poucos, é claro, por conta do bruxo-mala-sem-alça Harry Potter) o documentário "Fabricando Tom Zé". Tem cara de coisa boa.
- Os Beastie Boys, que lançaram um disco totalmente instrumental, o "The Mix-up" (ainda não ouvi, mas deve ser da pesada), vão fazer shows pelos EUA tocando apenas sets dessa maneira, sem vocais. Isso bem que podia passar pelo Brasil.
- Pérolas do YouTube: Shirley Bassey no auge no começo dos anos 70. Se a versão de "Light My Fire" tivesse uns scratchs podia dizer que era Portishead. E atente para a diva pagando cofrinho em "Big Spender". Aqui
- Se tudo deu certo, olhe a Rolling Stone deste mês. Tem um box meu sobre Simpsons e a música.
Escrito por mntt às 19h15
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pastelaria
O filme japonês "Welcome, Mr. MacDonald", do qual publiquei uma foto lá no oh me blaargh! recentemente, tem um enredo mais ou menos assim: uma estação de rádio organiza uma competição de roteiros para uma novela, e a vencedora, que vai acompanhar as gravações em loco, acaba tendo que readaptar esse roteiro em função das exigências dos atores. É uma dessas comédias de gargalhar, com personagens muito bons. Aqui em São Paulo está em cartaz no Cinesesc "Escola do Riso" [Mamoru Hosi, 2004], que segue mais ou menos o mesmo princípio. No Japão dos anos 40, um novo sensor assume o posto para vetar peças de teatro, e um escritor de comédias tem que fazer as alterações exigidas para conseguir que sua peça vá para o palco. "Escola do Riso" também é uma comédia, mas é também um filme de contornos mais sensíveis do que "Welcome, Mr. MacDonald", portanto, se por um lado há uma grande diferença ideológica entre os dois personagens [o filme é praticamente o diálogo entre eles], essa diferença se dilui à medida que as mudanças no textos acabam por melhorar a qualidade da peça, criando assim uma relação incomum entre censor e censurado. Não é exatamente um filme de se gargalhar, e, pra variar, eu me emocionei [do verbo chorar] na parte onde todas as outras pessoas da platéia mais riram.
Entretanto, o momento mais cômico da sessão não aconteceu na tela, e sim quando eu, ao tentar tirar minha blusa, me enganchei e acabei tirando a camiseta também, numa verdadeira cena de pastelão.
Escrito por ronas às 01h03
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eleições diretas
A edição de agosto da revista britânica "Q" listou "os vinte discos mais barulhentos de todos os tempos", e o vencedor foi o clássico "Fun House", do STOOGES, seguido do "Reign In Blood", do SLAYER.
Segue a relação das bandas, álbuns e respectivos anos de lançamento:
01 - "Funhouse" - THE STOOGES (1970) 02 - "Reign In Blood" - SLAYER (1986) 03 - "It Takes A Nation Of Millions To Hold Us Back" - PUBLIC ENEMY (1988) 04 - "Psychocandy" - JESUS & MARY CHAIN (1986) 05 - "Songs About Fucking" - BIG BLACK (1987) 06 - "Live At Leeds" - THE WHO (1970) 07 - "Scum" - NAPALM DEATH (1987) 08 - "Isn’t Anything - MY BLOODY VALENTINE (1988) 09 - "The Future Of War" - ATARI TEENAGE RIOT (1997) 10 - "Never Mind The Bollocks" - SEX PISTOLS (1977) 11 - "Arc Weld" - NEIL YOUNG (1991) 12 - "Led Zeppelin I" - LED ZEPPELIN (1969) 13 - "No Sleep Til Hammersmith" - MOTÖRHEAD (1981) 14 - "Prayers On Fire" - THE BIRTHDAY PARTY (1981) 15 - "Damaged" - BLACK FLAG (1981) 16 - "I Care Because You Do" - APHEX TWIN (1995) 17 - "Are You Experienced?" - JIMI HENDRIX (1967) 18 - "White" - SUNN0))) (2006) 19 - "Back In Black" - AC/DC (1980) 20 - "White Light/White Heat - VELVET UNDERGROUND (1967)
Pra um Black Death Whatever Metal essa lista é de playboy
Notícia enviada pela Luciana
Escrito por ronas às 13h52
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